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Associação de Xadrez do Porto

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Apreciação da participação da SDJ nos Nacionais de Jovens 2005

Apreciação global

A apreciação que fazemos da participação dos jovens da SDJ da AXP é globalmente positiva, excedendo as expectativas em alguns casos, embora ficando aquém noutros.

Foi positiva no aspecto logístico da delegação, decorrendo tudo dentro do planeado, facilitado pelo facto de se poder manter quase toda a delegação alojada no mesmo bloco e, comparativamente com anos anteriores, se poder tirar proveito da junção do local de alojamento com o do local de jogo.

Considerando as vertentes competitiva, educativa, estado de concentração e preparação individual, o campeonato decorreu de forma satisfatória para todo o grupo de jogadores que representaram a AXP. No que respeita à preparação individual, esta ainda está longe de ser um hábito da maioria dos jogadores, com algumas consequências para aqueles que tinham algumas aspirações.

Quanto às expectativas nos tabuleiros, os resultados globais foram bons. Foram conquistados dois títulos importantes dos campeonatos, sub-20 e sub-18 absolutos, a que se juntaram os títulos femininos de sub-14 e sub-18 e mais algumas boas classificações em diversos escalões.

São de realçar os seguintes aspectos:

1. Tal como no ano anterior, fizémos a aposta maior num 1º grupo de 13 jovens (sendo 11 da SDJ), na luta pelos primeiros lugares; quase todos cumpriram os seus objectivos, com apenas 2 a ficarem aquém do esperado e mais de metade a obter as suas apostas mais elevadas, alguns com superando-as;

2. Do grupo da segunda linha, desta vez constituido por 14 jovens, a maioria (9 deles) correspondeu ao desafio e obteve resultados de bom nível, havendo mesmo quem conseguisse resultados ao nível dos do 1º grupo;

3. Do grupo restante, em relação aos quais não tínhamos qualquer tipo de expectativa, houve meia dúzia de jovens a realizar provas meritórias e a merecer atenção reforçada à sua progressão.

 

1. As maiores apostas

Sub-20

Enfim o ano de Marco Viela, do GD Dias Ferreira! Marco venceu categoricamente, controlando todo o torneio, nomeadamente após vencer o seu colega de equipa e anterior campeão, Daniel Quintã, à 4ª sessão. Daniel apenas perdeu frente a Marco e ficou desta vez no 3º lugar. Maria Vasquez, do Grupo de Xadrez do Porto, fez uma prova regular, mas insuficiente para garantir o título feminino e uma classificação ao seu melhor nível.

Marco Viela

Aposta máxima: Campeão > Alcançada, categoricamente;

Objectivos: 5 primeiros lugares > Cumpridos, com excelência (1º);

A regularidade competitiva que tem manifestado já merecia este título. Acabou brilhantemente, como há muito merecia, a sua participação em campeonatos de jovens. Terminou o torneio com 6 pontos e sem a necessidade de vencer na última sessão.

Daniel Quintã

Aposta máxima: Campeão > Não alcançado;

Objectivos: 5 primeiros lugares > Cumpridos (3º);

O Daniel sempre nos habituou a resultados ao mais alto nível nos nacionais de jovens em que participou agora pela última vez. Desta vez foi superado pelo seu colega de equipa, ficando dentro dos objectivos, embora não alcançando o seu máximo. Nada a apontar.

Maria Vasquez

Apostas máximas: Campeã feminina e primeiros 5 > Não alcançados;

Objectivos: Vice-campeã e 10 primeiros lugares > Quase totalmente cumpridos (2ª, 14º=9º);

Tem-nos habituado a trazer o título feminino e, quando isso não acontece, raramente falha o de vice-campeã. Foi o que lhe coube, após perder o match de desempate com Ana Veríssimo, de Setúbal. Na classificação geral ficou em 14º, com os mesmos pontos do 9º. Uma prova regular.

Sub-18

Os 3 melhores jogadores do Porto alcançaram os objectivos máximos a que aspiravam, num escalão em que o pódio esteve para ser totalmente deles, por um triz. Ariana Pintor, do Grupo de Xadrez do Porto, ganhou folgadamente o título feminino e discutiu com João Guerra Costa, do GD Dias Ferreira, num match final de desempate, o absoluto. António Caramez Pereira, também do GD Dias Ferreira, esteve uma vez mais a um pequeno passo do pódio.

João Guerra Costa

Aposta máxima: Campeão > Alcançada;

Objectivos:  5 primeiros lugares > Integral e folgadamente cumpridos (1º);

Como já vem sendo hábito, diz presente nos momentos decisivos, ganhando sem margem para dúvidas um título que não tem deixado escapar.

Ariana Pintor

Apostas máximas: Campeã feminina e pódio absoluto > Alcançadas, ambas folgadamente;

Objectivos: Campeã e 10 primeiros lugares > Integral e folgadamente cumpridos (1ª, 2º=1º);

Tal como já o havia feito no ano anterior, ainda com sub-16, lutou taco a taco pelo título absoluto, mais uma vez com um colega do Porto. Deixou de ser apenas a eterna campeã feminina, mostrando mais uma vez ter armas para aspirar a mais.

António Caramez Pereira

Aposta máxima: 5 primeiros lugares > Alcançada;

Objectivos: 10 primeiros lugares > Folgadamente cumpridos (5º);

Tem evoluido de forma segura, mostrando ter capacidades para lutar pelo pódio, que lhe fugiu mais uma vez na última sessão, perdendo um jogo que controlava, bastando-lhe o empate para ficar no 3º lugar. Quando perder definitivamente o "síndroma dos últimos momentos" será seguramente um jogador do pódio na sua idade.

Sub-16

As apostas do Porto nos sub-16 estavam centradas em dois jogadores do GD Dias Ferreira: André Viela, para o título, e Estêvão Gomes, para os 5 primeiros, quiçá o pódio. Estêvão esteve ao seu melhor nível, fazendo figura de principal candidato durante a prova, deixando fugir o pódio apenas na última sessão. O mesmo não poderá ser dito de André, que não fez valer os galões de nr. 1 do torneio e perdeu 2 pontos face a jogadores ao seu alcance (ressalvando-se talvez o empate perante o colega de equipa), comprometendo definitivamente as suas aspirações.

Estêvão Gomes

Aposta máxima: 5 primeiros lugares > Alcançada;

Objectivos: 10 primeiros lugares > Folgadamente cumpridos (4º);

Apesar de ao longo do ano não nos habituar a obter resultados de grande significado, diz sempre presente e realiza campeonatos de grande nível. Tal como no ano anterior, falhou na última sessão a possibilidade de ficar no pódio, quiçá de posse do título, numa prova que comandou, algumas vezes isolado. Mostrou mais uma vez que tem capacidades para o alcançar.

André Viela

Aposta máxima: Campeão > Não alcançada;

Objectivos: 5 primeiros lugares > Quase cumpridos (6º=4º);

Por tudo a quanto já nos habituou, fez uma prova sofrível, começando a desperdiçar pontos logo à 2ª sessão, mas comprometendo tudo em definitivo à 5ª, resolvendo inventar em situação em que já não tinha margem de erro. Tem estofo para campeão nacional, mas precisa de o confirmar nos momentos decisivos.

Sub-14

Neste escalão etário as apostas eram em maior número, mas sem esperar o título, cronicamente na posse de Ruben Pereira, de Lisboa, ou até o 2º lugar, previsivelmente destinado ao anterior campeão sub-12, Miguel Silva, que venceu Ruben e liderou a prova 100% vitorioso até à última sessão. Tiago Tavares, da Academia de Xadrez de Gaia, Ricardo Margarido, do GD Dias Ferreira, Simão Pintor e Catarina Costa, dos Gambozinos, cumpriram globalmente com os objectivos traçados, com especial relevo para Simão Pintor que venceu Miguel Silva na última sessão, levando a decisão do título para torneio de desempate a três, onde voltou a vencê-lo, perdendo apenas para Ruben. Dos cerca de 10 jogadores com força de jogo aparentemente semelhante que se seguiam a Ruben e Miguel, apenas Simão se destacou. Cabe aos restantes, em que se incluem Ricardo, Catarina e Tiago, mostrar que também lá podem chegar.

Simão Pintor

Aposta máxima: 5 primeiros lugares > Alcançada, folgadamente;

Objectivos: 10 primeiros lugares > Integral e folgadamente cumpridos (2º=1º);

Superou as expectativas iniciais, entrando directamente na luta pelo título e confirmando a sua subida de rendimento e maior concentração, que lhe basta confirmar para ser encarado como candidato no futuro.

Ricardo Margarido

Aposta máxima: 5 primeiros lugares > Praticamente alcançada;

Objectivos: 10 primeiros lugares > Cumpridos (7º=5º);

Repetiu praticamente a classificação do ano anterior, faltando-lhe uma maior regularidade, fazendo mais pontos face a jogadores do "seu" campeonato, para poder aspirar a voos mais altos.

Catarina Costa

Apostas máximas: Campeã feminina e 7 primeiros lugares > Alcançada a primeira, não chegou à segunda;

Objectivos: Pódio feminino e 15 primeiros lugares > Integral e folgadamente cumpridos (1ª, 10º);

Mostrou capacidades para lutar pelos lugares de topo da classificação absoluta na sua faixa etária, para a qual talvez necessite de um pouco mais de ambição, a par com a melhoria da regularidade competitiva, na qual evidencia progressos. Os 5º/6º lugares estiveram ao seu alcance na última sessão, optando por um empate seguro para garantir o título feminino.

Tiago Tavares

Apostas máximas: 7 primeiros lugares > Não alcançada;

Objectivos: 15 primeiros lugares > Cumpridos (12º=10º);

É já um valor seguro na luta pelos lugares de topo, faltando-lhe, tal como a Ricardo e a Catarina, uma maior consistência nos momentos decisivos para aspirar à luta pelo pódio. Fez um torneio semelhante ao do ano anterior, perdendo novamente face a Pedro Rego, de Lisboa, a hipótese de lutar pelos 5 primeiros, desta vez à 6ª ronda.

Sub-12

A aposta principal neste escalão era Francisco Mateus, da Academia de Xadrez de Gaia, que realizou uma prova ao seu nível até à 5ª sessão, teve na 6ª uma derrota não demasiado comprometedora com o nr. 1 César Rodrigues, de Lisboa, mas comprometeu os seus objectivos na última sessão averbando nova derrota.

Francisco Mateus

Aposta máxima: Pódio > Não alcançada;

Objectivos: 7 primeiros lugares > Não cumpridos (13º);

O facto de Francisco ainda estar no primeiro ano do escalão, permite antever melhores resultados em próximas provas, bastando que, à medida que vai ganhando experiência e maturidade, vá suportando e superando as fases de maior pressão. Não deixa, por isso, de ser um valor com quem todos devem contar.

 

2. A segunda linha

No grupo dos 14 jovens cujos objectivos não implicavam a disputa de lugares cimeiros mas dos quais se esperavam boas performances, os resultados obtidos foram diferenciados, positivos para uma maioria de 9, não o sendo tanto para 5.

Sub-20

Emanuel Sousa, d'O Amanhã da Criança, alcançou um excelente 7º lugar, com os mesmos pontos do 6º, numa demonstração do seu valor que não tinha conseguido no ano anterior, e superando jogadores mais cotados.

Paulo Morais, do GD Dias Ferreira, fez uma prova de bom nível, terminando em 12º com os mesmos pontos do 9º (4,5), a par de jogadores como Jorge Cruz e Daniel Bicho (nr. 3 e 4 do torneio), e as campeã e vice-campeã femininas. Conseguiria melhor não fora perder por tempo a última partida, em que tinha equilíbrio, denotando alguma falta de experiência que precisa colmatar.

Sub-18

Eduardo Oliveira, do GD Dias Ferreira, fez um começo de prova para esquecer, comprometendo qualquer hipótese de boa classificação com um "grande roque" (O-O-O) nas 3 primeiras sessões. Acabou por recuperar nas sessões seguintes, mas já era tarde, classificando-se em 25º, com 3,5 pontos.

Sub-16

João Linhas Simões, d'Os Gambozinos, confirmou mais uma vez a sua irregularidade, tanto sendo capaz do melhor como do pior. Até à 3ª sessão realizou uma boa prova, mas depois foi o descalabro, com um "grande roque" (O-O-O), apenas pontuando novamente na última sessão. Falta-lhe atitude e consistência competitiva ao longo de uma prova completa.

Com Lucas Silva, do Grupo de Xadrez do Porto, as coisas também não correram bem. Foi alternando derrotas e vitórias, mas à 6ª sessão era de esperar a vitória perante Manuel Machado. Denota alguma falta de experiência, que só pode ser colmatada com a sua participação em mais competições.

Sub-14

Gustavo Pinto, do GD Dias Ferreira, alcançou um aceitável 24º lugar, com os mesmos pontos do 17º, mas fica a dever a si mesmo a hipótese de uma classificação nos 10 primeiros, ao perder na 6ª sessão um jogo que devia estar ao seu alcance. Não confirmou o valor que já demonstrou em outras ocasiões, mas também não comprometeu.

De Alexander Cardoso, da Academia de Xadrez de Espinho, esperava-se um pouco mais. O emparceiramento não ajudou, mas a derrota à 4ª ronda não era previsível, face ao valor que já demonstrou em outras ocasiões. Não tem a experiência competitiva de outros participantes, mas só ele poderá resolver esse handicap.

Sub-12

Miguel Simões, d'Os Gambozinos, alcançou um excelente 11º lugar, com 5 pontos, os mesmos do 5º classificado. Ao contrário do ano anterior, mostrou as suas capacidades, classificando-se à frente de Francisco Mateus, a primeira aposta do Porto neste escalão, embora com uma prova menos dura. Precisa de melhorar a sua regularidade, como denota a sua derrota à 4ª sessão.

Miguel Ferreira, da Academia de Xadrez de Gaia, fez uma prova regular, acabando no 31º lugar, com 4 pontos, os mesmos do 21º. A prova que fez no ano anterior pressupunha melhores resultados, mas o Miguel já tinha demonstrado um abaixamento de forma. As suas derrotas às 2ª e 5ª sessões, mais do que a primeira, denotam-no.

Rodrigo Valente, da Academia de Xadrez de Gaia, fez uma prova regular, semelhante à do ano anterior, acabando no 26º lugar com 4 pontos, os mesmos do 21º. Não comprometeu, mas também não demonstrou progressão.

De Gisela Alvarenga, do GD Dias Ferreira, esperava-se mais, dada a evolução demonstrada no ano anterior e em algumas provas entretanto disputadas. Já mostrou em ocasiões anteriores poder lutar por melhores resultados. Assim esperamos.

Sub-10

Pedro Azevedo, da Academia de Xadrez de Gaia, fez uma prova globalmente positiva, saindo derrotado apenas duas vezes, a meio da prova: com o que viria a ser vice-campeão, Alexandre Belsley, e com Martim Loureiro, no que terá sido o seu jogo menos conseguido. Acabou em 17º, com 4,5 pontos, os mesmos do 11º. Apurando a sua regularidade, poderá aspirar a voos mais altos.

Com António Pedro Marinho as coisas correram melhor do que no ano anterior. A classificação obtida, 22º lugar com os mesmos 4 pontos do 19º, denota que já resolveu alguns problemas de irregularidade. Pode ainda progredir mais nesse campo, já que, das 3 derrotas sofridas, apenas uma foi perante adversária teoricamente superior.

Sub-08

André Mateus, da Academia de Xadrez de Gaia, realizou uma prova de excelente nível. Esteve sempre no comando da prova até à última sessão, onde, já líder isolado, perdeu face ao "veterano" Edi Damas, de Setúbal. Levada a decisão para match de desempate, não resistiu à experiência do seu adversário, acabando vice-campeão. Se o confronto entre os dois se tivesse verificado numa das primeiras jornadas, todos comemorariam o feito de André. Como estava à beira de ser campeão, soube a fel. Mas ser vice-campeão não é para qualquer um... e André terá muitas oportunidades no futuro de lutar por mais.

3. As boas surpresas

Relativamente aos restantes jovens, não havia expectativas especiais, seja porque alguns começaram há muito pouco tempo a competir, seja porque outros, mesmo competindo, ainda não mostraram resultados de relevo. Destes espera-se nada e tudo!

Entre estes que obtiveram-se alguns bons resultados e até excelentes surpresas:

Merece destaque a prova realizada por Pedro Dias, da Academia de Xadrez de Gaia, nos sub-10. Depois de André Mateus e Simão Pintor, é a melhor surpresa da delegação: o seu 10º lugar, com os mesmos 5 pontos do 7º, e a consistência dos resultados, no seu primeiro ano no escalão.

Outra boa surpresa foi a prova de Fernando Fonseca, do GD Dias Ferreira, nos sub-18, alcançando o 10º lugar com 4,5 pontos, os mesmos do 5º, António Caramez Pereira, e de outros jogadores cotados, como Carlos Oliveira, de Lisboa.

Obtiveram bons resultados Manuel Machado, do GD Dias Ferreira, nos sub-16, William Fukunaga, da Academia de Xadrez de Espinho, nos sub-10, Francisco Teixeira, da Academia de Xadrez de Gaia, nos sub-08, e Luís Hoffbauer Dias, da Academia de Xadrez de Gaia, também nos sub-08.

Os mais +

Os mais de Rui Almeida

   A análise destacada de alguns jogadores tem por base as vertentes competitiva, educativa, de concentração e de preparação individual acima referenciadas, e não apenas uma delas:
 - Marco Viela: ganhar o sub-20 é sempre uma prova de maturidade xadrezística;
 - João Guerra Costa: o campeão não destronado; quer se apresente em boa ou apenas razoável forma, a sucessão de títulos não interrompidos nos jovens é ímpar;
 - Ariana Pintor: campeã inquestionável no feminino, nunca tinha atingido um nível xadrezístico em que o segundo lugar no absoluto lhe soube a pouco;
 - António Caramez Pereira: o jogador com mais evolução no último ano mostrou profundidade nas análises e revela que pode atingir outros voos;
 - Estêvão Gomes: pela forma como se esforçou para obter resultados e também o desportivismo com que encarou ter perdido a hipótese de ganhar o título (que estava ao alcance) na última jornada;
 - Simão Pintor: mostrou estar muito mais concentrado na competição (dentro e fora do jogo); o 2º lugar é inteiramente merecido, numa prova em que existem muitos candidatos de bom nível;
 - Catarina Costa e Francisco Mateus: apesar das classificações (Catarina com um bom resultado e Francisco abaixo do esperado), ambos se destacaram principalmente no raciocínio xadrezístico; passaram a fase de terem boas jogadas para a fase de terem boas partidas.
Partida mais criativa: a partida de Tiago Tavares na 1ª sessão.
 

Os mais de José Padeiro

 - Marco Viela: após tantos anos e muitas boas classificações conseguiu finalmente o título ambicionado comprovando a sua superioridade sobre os seus adversários;
 - João Guerra Costa: está destinado a ganhar todos os títulos de jovens, o que é fantástico tendo em conta que a motivação dos adversários é grande para o derrotar;
 - Ariana Pintor: segundo ano seguido vice-campeão absoluto, grande regularidade, além de que é sempre de realce uma feminina a lutar pelos lugares cimeiros no campeonato absoluto;
 - Tiago Tavares: este destaque não surge pela sua classificação mas tendo em conta a sua meteórica evolução; é de realçar o seu esforço, não esquecendo que foi somente o seu segundo campeonato nacional de jovens; com este ritmo de evolução é possível pensar em lugares mais cimeiros a médio prazo;
 - Seria possível realçar mais jogadores como Simão Pintor (grande surpresa), Estêvão Gomes (pena a última derrota), ou André Mateus (grande decepção na última jornada).

Os mais de Manuel Pintor

 - Marco Viela, pela forma categórica como alcançou o título que há muito perseguia;

 - Simão Pintor, pela evolução;

 - André Mateus, pela revelação;

 - Ariana Pintor, João Guerra Costa e Catarina Costa, pela constância dos títulos.

A estrutura da SDJ da AXP

Porto, 2005-04-26